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No Dia do Jornalista, trajetória de Lia Nogueira resgata origem de uma voz conhecida

No Dia do Jornalista, trajetória de Lia Nogueira resgata origem de uma voz conhecida da população em MS

07/04/2026 às 15h16 Atualizada em 07/04/2026 às 15h17
Por: Redação Fonte: Assembleia Legislativa - MS
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No Dia do Jornalista, trajetória de Lia Nogueira resgata origem de uma voz conhecida

No Dia do Jornalista, trajetória de Lia Nogueira resgata origem de uma voz conhecida da população em MS

Antes da vida pública, deputada construiu no rádio e na televisão uma relação direta com o povo e marcou época na comunicação sul-mato-grossense

Antes de chegar à Assembleia Legislativa, a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) já era uma voz conhecida da população sul-mato-grossense. Foi no jornalismo, entre a rua, a apuração e o contato direto com as pessoas, que ela construiu a base da presença pública que mais tarde levaria para a política. Em uma trajetória marcada pela escuta, pela firmeza e pela proximidade com quem vivia os problemas no dia a dia, tornou-se uma comunicadora reconhecida em Mato Grosso do Sul.

O 7 de abril, data em que é celebrado o Dia do Jornalista, ajuda a lembrar justamente dessa origem. Muito antes do mandato, Lia Nogueira já fazia do microfone uma ferramenta de presença e informação, em uma rotina que passou pelo rádio, pela televisão e por coberturas que a colocaram em contato direto com a realidade da população. Ao longo de mais de duas décadas de profissão, consolidou uma identidade própria e abriu caminho ao se tornar a primeira mulher a apresentar um programa policial no rádio e na televisão em Mato Grosso do Sul.

Quem acompanhou essa caminhada de perto ainda guarda lembranças muito vivas daquele período. O jornalista Ogg Ibrahim resume essa marca logo nas primeiras palavras. “Quando eu me lembro da Lia, nem consigo chamá-la de deputada, porque foram muitos anos trabalhando juntos.” Ao recordar a rotina intensa da redação, ele também resgata uma identidade que ficou associada a ela. “Todo mundo na redação chamava Lia de O Bichão.” Para Ogg, aquela foi “uma época muito bacana, uma época onde se fazia jornalismo na raça”, e parte dessa essência continua presente até hoje.

O reconhecimento se repete na fala de outros profissionais que conviveram com Lia no jornalismo. O jornalista e médico-veterinário Osmar Bastos destaca a dedicação com que ela exerceu a profissão. “Eu tive o prazer de trabalhar com a Lia Nogueira na TV Morena. O jornalismo de Mato Grosso Sul perdeu muito com a saída dela, mas ganhou a política. Era uma profissional dedicada.” Já o jornalista Fábio Dorta relembra o começo dessa trajetória, ainda na antiga TV Caiuás. “Ela chegou novinha, com 18, 19 anos, para trabalhar na antiga TV Caiuás.” Foi ali, inclusive, que surgiu a forma como passaria a ser conhecida. “E fui eu quem criou o nome, Lia Nogueira”, conta. 

Ao falar da própria história, a deputada deixa claro que o jornalismo nunca deixou de fazer parte de quem ela é. A política veio depois, como consequência de uma vivência construída na escuta, na denúncia e no contato diário com as pessoas. Foi no jornalismo, sentindo de perto a realidade da população, que nasceu também a vontade de fazer mais do que denunciar e buscar um caminho para agir diretamente na vida pública. “Se eu sou o que eu sou hoje, foi graças ao jornalismo. Minha profissão é jornalista, com muito orgulho.” No Dia do Jornalista, a data ajuda também a lembrar onde essa trajetória começou. Antes da tribuna e do mandato, Lia Nogueira foi uma repórter formada na rua, na rotina da redação e na relação de confiança construída com a população.

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